PSOL convoca 6º Congresso Nacional do partido para dezembro de 2017

PSOL convoca 6º Congresso Nacional do partido para dezembro de 2017
Crédito da foto:5º Congresso do PSOL, em 2015. Foto: PSOL

O Diretório Nacional do PSOL aprovou, no último domingo (07/05), a convocação do 6º Congresso Nacional do partido para os dias 1º, 2 e 3 de dezembro de 2017 na cidade de Luziânia, entorno do Distrito Federal.

No processo, os filiados ao PSOL terão como prioridade o debate sobre a conjuntura brasileira e internacional, a reorganização da esquerda no país, a atualização programática e a definição de tática e representantes do partido nas eleições 2018.

Para acessar a íntegra do texto da Convocatória ao 6º Congresso Nacional do PSOL, clique aqui.

O congresso reunirá dezenas de milhares de filiados ao partido em todas as cidades onde está organizado, a partir de plenárias municipais que elegerão delegados às etapas estaduais – que, por sua vez, enviarão representantes à nacional.

O processo de debates começa em 19 de agosto, se estendendo durante todo o segundo semestre do ano, como forma de enraizar os debates e mobilizar os filiados para as lutas do próximo período.

Além das plenárias, o PSOL vai promover debates e outras formas de participação também pela internet, via redes sociais e o site nacional do partido, por meio de vídeos e tribuna livre de debates sobre os temas congressuais.

Para o presidente do PSOL, Luiz Araújo, a expectativa para o congresso é muito favorável. “O partido cresceu mais de 40% em número de filiados, muita gente está querendo saber o que o partido vai apresentar e a nossa militância vai discutir, serenamente, em todos os municípios onde o partido existe, uma proposta de mudança que encante novamente os trabalhadores e os lutadores brasileiros por uma alternativa de esquerda.”

Para ele, o 6º Congresso tem dois grandes desafios: a formulação programática e a reorganização da esquerda após o golpe de 2016. “Junto com todos os lutadores do movimentos social, precisamos construir um programa de mudanças radicalmente diferente dos que foram experimentados, contra a austeridade e os pacotes de maldade de Temer – ou seja, um programa anticapitalista”, afirma Luiz Araújo. “Por outro lado, é um momento de reflexão sobre a reorganização da esquerda no pós-petismo”.

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Equipe da Secretaria de Comunicação Nacional

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